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OFICINAS DA MULHER

Diversas pautas podem ser trabalhadas em formato de oficina como: "a humanização do tempo", "a questão do corpo", e outros temas.

A VIAGEM HERÓICA DA MULHER

É Uma proposta de reflexão sobre a trajetória pessoal de cada mulher.

O mito heróico masculino nos fala de um personagem desbravador, conquistador e ao mesmo tempo puritano inflexível e linear.

O feminino é um trânsito ambivalente, repleto de indagações e retornos, um caminho ondulatório e imprevisível que nos convida a trabalhar desde uma perspectiva diferente as questões da produção, família e relacionamentos que enfrentamos diariamente.

Cortar, colar colorir, construindo o mapa das escolhas pessoais na vida de cada uma.

A TRAVESSIA DA MENOPAUSA

A Menopausa tem sido concebida como uma enfermidade carencial: carência de menstruação, carência de capacidade reprodutiva e carência de estrogênios, não obstante é um ciclo de profundos insights, de entendimentos, de escolhas, e de compreensão pelo caminho que transitamos na vida, assim ela pode ser vivida como libertação de compromissos familiares, realização de projetos postergados e vocações não exercidas.

A proposta é de trabalhar mudando os padrões sociais e culturais que transformam a mulher na media idade num ser vulnerável, frágil, entristecido e sem equilíbrio emocional.

LILITH

lilith

O mito de Lilith pertence a grande tradição dos testemunhos orais que estão reunidos nos textos da sabedoria rabínica.

A história aparece no Talmud e no Alfabeto Bem Sirá (séculos VI e VII).

Lilith a primeira mulher de Adão não aceita a ordem patriarcal de ter de ficar por baixo do corpo masculino na hora do sexo, ela se revolta, vá embora e habita no Mar Vermelho com as cobras as corujas e os animais que rastejam.

Simboliza aqueles aspectos da mulher desconhecidos dela mesma , a raiva, a rebeldia, a sexualidade que são difíceis de serem vividos e aceitos.

Este arquétipo e trabalhado pela sua força profundamente transformadora e catártica, ele possibilita que a mulher abandone situações de abuso e auto-destruição.

INANNA - ABRAÇANDO A SOMBRA

inana

A história pertence à tradição da suméria, onde esta Deusa é reconhecida como doadora de fertilidade e rainha dos céus.

Inanna desce ao mundos dos mortos por vontade própria para experimentar a transformação e a regeneração.

O poema conhecido como “A Descida de Inanna aos Infernos” nos mostra o caminho de encontro com a sua sombra escura, simbolizada pela sua irmã Eriskegal; nua e curvada a rainha se mostra na presença da morte.

A mulher moderna apresenta para o mundo um modelo de eficiência e uma fantástica imagem pública mas se desvincula dos seus aspectos internos: medo, baixa estima, sensação de inadequação e fracasso que a acompanham como uma sombra esquecida e não enfrentada.

Realizar a trajetória de Inanna possibilita integrar vivências escondidas, procurando harmonia interna da mulher adulta.